Halloween

Halloween é uma franquia que conecta o público com os seus maiores medos

Durante uma entrevista coletiva com a imprensa internacional, o elenco de Halloween Kills falou sobre a franquia que há mais de 40 anos faz sucesso, assusta e carrega uma legião de fãs apaixonados. Confira abaixo algumas das respostas que eles nos deram:

Siga nossas redes sociais:

Já que esse filme está diretamente conectado com o clássico, quais são as suas memórias do Halloween de 1978?

David Gordon Green: Eu lembro de assistir pela primeira vez quando eu tinha 11 anos na casa dos meus amigos porque meus pais não deixavam. Eu fiquei tão traumatizado e assustado, que eu liguei pros meus pais me buscarem pra eu dormir na minha cama.

Jason Blum: Foi bem perturbador pra mim, porque o Halloween sempre foi o meu feriado favorito. Eu começava a fazer a minha fantasia em agosto. Então quando eu vi o filme que tinha o mesmo nome, mudou completamente a forma que eu enxergava essa data e não foi divertido.

O quão divertido e fascinante foi para vocês trazerem de volta esses personagens diretamente do primeiro filme da franquia?

Kyle Richards: É incrível reprisar esse papel depois de 40 anos. E ainda mais incrível saber que esse filme começou em 1978 e os fãs ainda amam e são apaixonados por essa história. E eu estou animada para que todos possam ver esse novo filme no cinema de novo

Anthony Michael Hall: Eu compartilho do mesmo sentimento da Kyle. Nós estamos muito animados com o lançamento desse filme. Foi uma experiência de vida maravilhosa para mim, eu me diverti muito. Tem tanta gente boa, humilde e qualificada envolvida nesse projeto, foi um prazer trabalhar com eles. Como a Kyle disse, é uma franquia que já tem mais de 40 anos e eu me sinto privilegiado de poder fazer parte dela.

Pra vocês, o que nessa história e nesses personagens se conecta tão bem com o mundo? Porque não tem nada igual a Halloween!

Jamie Lee Curtis: Já faz alguns anos que eu venho falando sobre Halloween. Eu acho que é pela questão do bem e do mal e basicamente sobre a mitologia que gira em torno disso.

Andi Matichak: Pra mim é pela simplicidade da história e como a Jamie disse, por essa questão do bem versus o mal, versus esse homem, esse ser, essa máscara que você consegue projetar todos os seus medos e o que mais te assusta. E eu acho que pela forma randômica e sem motivos que ele mata as suas vítimas, que é o que mais assusta as pessoas e transcende a história ao longo de todos esses anos.

Leia também:

Assista também: