vírus mortais

Os vírus mais mortais dos quadrinhos!

Fala galera! Hoje (23) trago a vocês uma lista de vírus mortais que já passaram pelos quadrinhos e fizeram grandes estragos como o coronavírus, vem comigo conferir!

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5. Vírus Legado

Começando a falar dos vírus mortais dos quadrinhos, trago o Vírus Legado, que é uma doença criada para as histórias do Universo Marvel e que influenciou diretamente os mutantes.

O Vírus, conhecido como a “Praga Mutante“, foi criado por Apocalipse no futuro onde Cable foi criado, sendo trazido para o presente por Conflyto, que o liberou na atmosfera.
Ele caracterizava-se por enfraquecer lentamente seu hospedeiro, culminando num total descontrole de suas habilidades mutantes, além de considerável baixa em suas defesas imunológicas, o que resultava em infecções generalizadas.

Dependendo da natureza da mutação do doente, o mesmo ficava completamente desfigurado quando em estado avançado de infecção. Como exemplo de personagens infectados pela doença temos: Maverick, Chris Bradley, Pyro e Illyana Rasputin. Destes, os dois últimos vieram a falecer devido à enfermidade.

Inicialmente infectando apenas mutantes, (aparentemente de maneira aleatória) a primeira (e única) vítima humana do vírus foi a Dra. Moira McTaggert, que também veio a falecer em decorrência da doença. Porém, antes de sua morte, realizou grandes avanços na pesquisa para uma cura.

Foram as descobertas de Moira que possibilitaram ao mutante Fera, até então também obcecado em encontrar uma cura, encontrar uma solução para a doença. Porém, para a anulação da infecção em todo o planeta era necessária a utilização de um mutante como vetor. Amargurado após a morte de sua irmã Illyana, o X-Man Colossus se sacrificou, garantindo a erradicação total da praga.

4. Bomba terrígena Inumana

Depois que Raio Negro liberou a bomba terrígena na atmosfera terrestre durante os eventos de Infinito, um conflito com os mutantes brotou, uma vez que as névoas eram prejudiciais para eles. Depois que os X-Men chegam na Ilha Muir e encontram os demais mutantes que estavam lá mortos, como consequência da passagem de uma névoa terrígena, o Ciclope acidentalmente foi exposto ao gás remanescente que se encontrava no local e adoeceu.

Aparentemente recuperado e bem, Scott Summers e Emma Frost, junto dos demais mutantes, planejam a destruição das duas nuvens terrígenas da atmosfera, de modo que não haja mais mutantes mortos por ela. Quando os X-Men destroem uma das nuvens, os Inumanos tentam intervir, de modo que Raio Negro assassina Ciclope no confronto, sob o comando de Medusa, sendo este o estopim para a guerra entre as duas raças.

O aparente assassinato de Summers pelas mãos de Raio Negro foi uma farsa, tudo não passou de uma ilusão telepática de Emma Frost para usá-lo como mártir do conflito e transcender seu ideal mutante, enganando todos. Ele, na verdade, havia morrido quando a terrígena o atingiu ainda na Ilha Muir.

Dispostos a vingar a suposta morte do Ciclope por Raio Negro e destruir a última nuvem terrígena, os mutantes planejam atacá-los. Em um primeiro ataque bem sucedido, os X-Men aprisionam a maioria dos inumanos de Nova Attilan no Limbo, para ganharem tempo e erradicar o elemento da atmosfera. Quando os Inumanos escapam, eles confrontam os mutantes acerca de suas ações e Medusa descobre que a névoa os mata, compreendendo suas convicções, erradicando ela mesma o gás venenoso do ar.

Ainda não satisfeita, Emma Frost invade as mentes de vários mutantes para atacar os Inumanos e reprograma os Sentinelas para os caçar, ainda acreditando com veemência que, mesmo que indiretamente, Scott morreu pela causa inumana. Tempestade e os demais X-Men reprovam a atitude da telepata, que foge. Depois do ocorrido, Medusa abdica de seu trono em Nova Attilan e passa a coroa para Iso, uma neo-humana, e reata seu relacionamento com Raio Negro.

Esta saga mostra novamente o distanciamento que os mutantes sofrem dentro do Universo Marvel e o quanto isso pode prejudicá-los, além do descaso com relação à nuvem terrígena que matou muitos deles e nada foi feito pelos outros “heróis” para impedir isto.

3. Vírus de The Walking Dead

Esse talvez seja um dos vírus mortais mais famosos da atualidade. The Walking Dead é uma série em quadrinhos de publicação pela Image Comics desde 8 de outubro de 2003. A história foi criada e escrita por Robert Kirkman e o desenhista Tony Moore, substituído por Charlie Adlard a partir da edição número 7.

Na série, a história é focada em um grupo de sobreviventes liderados por um ex-oficial de polícia chamado Rick Grimes, que se unem na luta para superar o caos zumbi. Na primeira temporada de The Walking Dead, o público descobriu que todos os humanos da terra têm o vírus dormente, pronto para ser ativado após a morte. Isso significa que a humanidade inteira foi infectada de alguma forma.

A história tem como maior objetivo mostrar a luta pela sobrevivência dos humanos que ainda estão vivos e o quanto a convivência entre estes grupos pode ter conflitos e divergências.

2. Batman: Contágio

Lançado nas revistas mensais de Batman e seus aliados, Contágio foi publicado no Brasil em quatro edições pela Editora Abril, entre março e abril de 1998, em Batman – Vigilantes de Gotham #17 e #18 e Batman #17 e #18.

A intenção de Contágio é apresentar um elemento a mais nas tradicionais aventuras do Morcego. Em uma época em que Batman sofreu um grave acidente e sobreviveu à lesão na espinha, escolher como vilão um vírus com alto potencial destrutivo apresenta um novo elemento capaz de vencer o herói.

Tratando-se de um herói que conquistou a fama de indestrutível por conta da capacidade estratégica, física e de arsenal ilimitado, um vírus letal é uma dimensão nova que vai além das tradicionais brigas com vilões. Vista com distanciamento temporal, a saga parece antecipar outras duas grandes histórias interligadas entre si: Terremoto e Terra de Ninguém, excelentes arcos publicados dois anos depois desta.

A narrativa inicia-se indo direto ao ponto. Azrael, um dos aliados do morcego – e quem veste o manto na época do acidente quase fatal – informa que um vírus letal, uma variante do Ebola, chegará a Gotham City através de um homem infectado. A personagem em questão é um rico empresário que deseja construir um condomínio de luxo autossustentável. Ironicamente, o ambiente controlado acaba sendo o ponto de partida da infecção na cidade.

Tentando impedir o contágio, Batman e seu esquadrão assumem frontes distintas para descobrir a origem do vírus e procurar sobreviventes de uma epidemia anterior, ocorrida no Alaska. Por ser uma narrativa que atravessa as revistas de todos os personagens do universo do Morcego, Robin é o herói que mais se destaca, tendo como missão a busca e resgate de um sobrevivente de um contágio ocorrido anteriormente. No local, o menino prodígio conta com a ajuda de Mulher-Gato, vivendo, na época, uma relação conturbada com os vigilantes de Gotham.

Mesmo não sendo um arco brilhante, Batman – Contágio demonstra a possibilidade de inserir novos elementos nas tramas de heróis sem que estas se tornem muito distantes do padrão.

1. DCEASED

Fechando a nossa lista de vírus mortais, trago um quadrinho composto por 6 edições, que conta com os roteiros de Tom Taylor e os desenhos ficam por conta de Trevor Hairsine, Stefano Gaudiano e James Harren.

Graças à Darkseid, um misterioso tecno-vírus se alastra pelo planeta, infectando 600 milhões de pessoas e as transformando instantaneamente em violentas e monstruosas máquinas de destruição. Os heróis do Universo DC são pegos de surpresa pela pandemia e lutam para salvar as pessoas mais próximas a eles primeiro.

A história ocorre fora da continuidade principal, garantindo a liberdade necessária para tomar qualquer ação dentro da narrativa. Sobre o papel do Batman na história, foi dito que ele está preparado, mas além de seus apetrechos, ele possui a mente como instrumento de batalha.