No dia 10 de outubro, chega aos cinemas O Pintassilgo, o novo longa da Warner Bros. estrelado por Nicole Kidman Ansel Elgort.

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Mas afinal, o filme é bom?

Mãe e filho passeavam pelo museu quando uma bomba explodiu, e o pequeno Theodore sobrevive. Mas após essa tragédia, ele vai morar com seu pai em Los Angeles e encontra uma vida bem diferente da que tinha em Nova York. Baseado em um livro de mesmo nome, O Pintassilgo conta a história de Theodore Decker e como teve que se virar após o episódio traumático.

Entre idas e vindas na linha temporal, acompanhamos tanto o jovem protagonista, tentando viver e se descobrir depois de perder a mãe, quanto um Theodore já maduro, ainda lidando com as consequências daquele fatídico dia. Isso porque ele pegou um quadro em meio ao caos do museu destruído, O Pintassilgo, e tem que decidir o que fazer com ele para seguir sua vida.

O filme deixa a mensagem final que, apesar de sermos passageiros, o material e as histórias ficam, por isso deve-se preserva-las e permitir que o mundo as conheça. Caso contrário, a vida seria em vão e sem propósito. Vale também reparar no paralelo que a obra O Pintassilgo faz com essa premissa, de que não se deve ficar preso ao passado, é preciso libertar-se das correntes do tempo para poder voar e criar suas próprias histórias e marcas no mundo.

O drama conta com Ansel Elgort como o protagonista mais velho, mas o ator passa a impressão de estar tão preso quanto seu personagem, sem o destaque que merecia para um filme tão intenso. Sarah Paulson e Nicole Kidman deixam suas marcas no longa, surpreendendo com suas personagens que chamam muita atenção, seja pela extravagância ou pelas mensagens que passam apenas com o olhar. Do elenco mirim, Finn Wolfhard se destaca com um sotaque forte e abraçando a estranheza de seu personagem como se fosse sua própria.

O Pintassilgo deve agradar aos fãs da obra escrita, e aos amantes de um bom drama cinematográfico com figurinos e fotografia dignos do gênero!