Na quinta-feira (18), chega aos cinemas A Casa do Medo: Incidente em Ghostland, o novo filme distribuído pela Paris Filmes. Essa crítica NÃO CONTÉM SPOILERS!

Siga nossas redes sociais:

Mas afinal, o filme é bom?

Pauline herda uma casa de sua tia e decide morar lá com suas duas filhas, Beth e Vera. Mas, logo na primeira noite, o lugar é atacado por violentos invasores e Pauline faz de tudo para proteger as crianças. Dezesseis anos depois, as meninas, agora já crescidas, voltam para a casa e se deparam com coisas estranhas.

A Casa do Medo: Incidente em Ghostland é um filme que te surpreende, pois você entra na sessão esperando ver uma história de espíritos e bonecas demôníacas, mas acaba se deparando com um longa violento, perturbador e brutal. O terror se dá por conta do sofrimento e da situação assustadora que as irmãs passam, isso sem contar os jump scares.

Achei interessante a forma como o roteiro trabalhou o terror psicológico em cima da protagonista. Crystal Reed vive a versão mais velha de Beth, e vai muito bem ao expressar todo o medo e pânico que sua personagem está vivendo durante o filme. Gostei da atuação. As jovens Emilia Jones Taylor Hickson tomam conta da maior parte do filme e vão bem ao sofrer um horror agonizante. A dupla funciona bem tela.

Tanto a premissa como a forma que a narrativa se desenrola, são muito simples. O diretor conseguiu ambientar bem o cenário aterrorizante, mas pecou ao não desenvolver melhor algumas coisas, como os vilões e a relação com as bonecas. Quando termina, você entende o que foi proposto e fica incomodado com o que viu, porém, faltaram elementos que nos envolvessem melhor com a trama e com o drama das personagens.

De modo geral, A Casa do Medo: Incidente em Ghostland é um bom suspense com pitadas de terror e momentos que vão te deixar tenso na cadeira.