No dia 06 de setembro, chega aos cinemas Alfa, o novo filme da Sony Pictures. Fique tranquilo, essa crítica NÃO CONTÉM SPOILERS!

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Mas afinal, o filme é bom?

Europa, 20.000 anos atrás. Enquanto participa de sua primeira caçada, um rito de passagem para o grupo de elite de sua tribo, um jovem é ferido e deixado para morrer. Ao despertar, ferido e sozinho, ele precisa encontrar meios de sobreviver e se guiar pela natureza dura e implacável. E quando ele relutantemente domina um lobo selvagem que foi abandonado por seu bando, os dois aprendem a confiar um no outro e se tornam aliados improváveis, enfrentando perigos incontáveis e superando todos os desafios para poderem voltar para suas casas antes que um inverno mortal se instale.

Alfa é o típico filme pré-histórico que mostra o homem enfrentando os desafios daquela época e lutando para sobreviver em meio a vários tipos de perigos. A Terra era completamente diferente do que conhecemos hoje, trazendo para as telas a sua forma mais bruta e animalesca, na qual, a sobrevivência é o principal objetivo de vida.

Visualmente, Alfa é maravilhoso. Todo o cenário mostrado em tela é muito rico em detalhes e traz a beleza do mundo de outrora. É realmente fascinante ver a natureza com uma intervenção mínima do homem e apreciar as belezas que um dia habitaram essa Terra. Realmente fiquei encantado com o visual do filme.

Quando olhamos para a atuação, Alfa não tem grande destaque. Os atores cumprem a proposta, mas sem grandes interpretações. É o famoso, foi legal, mas nada, além disso, sabe? O protagonista Kodi Smit-McPhee vai bem, mas não emociona. Jóhannes Haukur Jóhannesson traz mais sentimento para as telas e brilha nas horas em que aparece.

A relação entre o homem e o animal é bem desenvolvida, mas Alfa não chega a ser aquele “filme de cachorro” que vai te trazer aquele sentimento de: “oun, que lindo”. A ideia aqui é mostrar como o homem aprendeu a conviver com as feras daquele período e extraiu benefícios dessa relação.

De modo geral, Alfa é um bom filme, mas que peca pela falta de um roteiro mais elaborado e com uma narrativa que não engrena e nem traz emoção para as telas. A história é muito simples e não traz elementos que prendam e envolvam o espectador. Quando termina, a sensação que te dá é de: “ah, legal!”.