Maze Runner: A Cura Mortal

No dia 25 de janeiro, a Fox Films traz aos cinemas Maze Runner: A Cura Mortal. Fique tranquilo essa crítica NÃO CONTÉM SPOILERS!

trailer de Maze Runner

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Mas afinal, o filme é bom?

No final épico da saga Maze Runner, Thomas lidera seu grupo de Clareanos em fuga em sua missão final e mais perigosa até então. Para salvar seus amigos, eles devem invadir a lendária Última Cidade, um labirinto controlado pela CRUEL que pode vir a ser o labirinto mais mortal de todos. Qualquer um que o complete vivo, receberá respostas às perguntas que os Clareanos têm feito desde que chegaram ao labirinto.

Três anos depois do fraco Prova de Fogo, a franquia Maze Runner retorna aos cinemas para encerrar a sua jornada e tentar corrigir as falhas do longa anterior. O filme segue adaptando a obra literária de James Dashner e fazendo mudanças que os fãs do livro podem não gostar.

A melhora de Maze Runner: A Cura Mortal é gritante em relação ao seu antecessor. O longa é repleto de ação, dinamismo entre seus núcleos e tem uma trama mais consistente. A edição também melhorou e os cortes bruscos que vimos em Prova de Fogo foram corrigidos.

Dylan O’Brien retorna recuperado e esbanjando disposição e preparo físico. O ator convence como protagonista e apresenta uma postura firme e carismática. Ele encerra a jornada de Thomas de forma digna e emocionante. Maze Runner: A Cura Mortal tem vários momentos dramáticos que fez o elenco brilhar e mostrar o seu talento. A dinâmica entre Thomas e Newt e Thomas e Teresa são a cereja do bolo. Prepare para se emocionar nessas cenas.

Falando em Newt, Thomas Sangster é uma das melhores coisas do filme. O ator protagoniza um arco interessante e rouba a cena em alguns momentos. Seu personagem se sobressai em relação ao protagonista e se despede da franquia de uma forma que vai dividir as opiniões. Já alerto que os fãs do livro irão se revoltar com o final de Newt. Caso você não tenha lido, volte para me contar o que você achou do final desse personagem no filme, ok?

Outra expectativa era conhecer o “lado vilanesco” de Teresa. Contudo, a cisão entre ela e sua antiga equipe pouco foi explorada. Ao invés de pintá-la como uma antagonista a causa de Thomas, Maze Runner: A Cura Mortal humanizou a personagem através de suas crenças e sentimentos, reaproximando-a do público. A empatia que temos por Kaya Scodelario ajudou a suavizar a situação. No final, você se emociona com a despedida de Teresa e a perdoa por ter “traído” seus amigos.

Encerramentos vêm sempre acompanhados de mortes, momentos dramáticos e reviravoltas impactantes. A Cura Mortal não foge dessa fórmula. No final, a franquia se despede dos fãs de uma forma satisfatória e que faz jus ao primeiro filme.

Você está animado para esse filme? Volte para nos contar o que você achou!