pai em dose dupla 2

Nesta quinta-feira, dia 23, chega aos cinemas Pai em Dose Dupla 2. Fique tranquilo essa crítica NÃO CONTÉM SPOILERS!

primeiro trailer de Pai em Dose Dupla 2

Mas afinal, o filme é bom?

Depois de Dusty e Brad rivalizarem pelo carinho das crianças, os dois terão que encarar uma confusão maior ainda com a vinda de seus pais para passar o Natal. O atrito entre os avôs pode colocar em risco o fim de ano da família, que promete ser agitado.

Quando olhamos o elenco recheado de estrelas pensamos: uau vem coisa boa por ai. Mas auto lá, não é bem por ai não. Dentre os atores envolvidos na produção, o que mais me agradou foi Mark Wahlberg, que entrega o personagem mais pé no chão de toda a trama.

Will Ferrell é o típico humorista pastelão. Seu personagem é tão falso e caricato, que não consigo rir de suas piadas. Não atribuo a baixa qualidade só ao ator. O texto é ruim, forçado e tenta arrancar a risada do público quase que na marra, com cenas exageradas, sem pé e nem cabeça e que não funcionam e prejudicam muito a produção.

Os veteranos Mel Gibson e John Lithgow entram para o segundo filme com a intenção de apimentar a história e servirem de trampolim para as piadas. Mel Gibson parece interpretar a si mesmo. Um coroa ranzinza, brucutu, mulherengo e que parece estar ali só pra pagar as contas. Já Lithgow replica o besteirol e inocência forçada de Will Ferrell, com uma pontinha de seriedade e profundidade na sua linha narrativa. Ainda assim, os veteranos pouco fazem pela trama em si.

Pai em Dose Dupla 2 tinha tudo para ser um filme gostoso para assistir com a família no Natal, porém, o longa usa e abusa de piadas e momentos forçados e não diverte e nem engrena. Tudo fica no quase e temos um desperdício de grandes nomes no elenco e de uma história que no mínimo podia render umas risadas. Uma pena!

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