Breath of the Wild

No dia 3 de Março, estreou o Nintendo Switch. Com ele, veio também “The Legend of Zelda: Breath of the Wild”. Vamos ver o que fez esse jogo receber toda sua atenção e se ele merece tudo isso.

Voltando alguns anos no tempo, a maioria dos marmanjos se lembram de ter jogado um Zelda. Seja no Wii, no NES, no Nintendo DS, ele esteve em todas as plataformas da Nintendo, e até no Philips CD-i.

A franquia é famosa pelo senso de aventura e descoberta que fazem partes de suas instalações. A quantidade de quebra-cabeças e de inimigos também são pontos fortíssimos. A história é confusa como um todo. Para cada título, o enredo é relativamente simples na maioria dos casos.

Desde a revelação do game, os fãs enlouqueceram. Legend of Zelda: Breath of the Wild é o game de mundo aberto que muitos outros desejam ser. Podemos dizer que em recente memória, temos o novo Grand Theft Auto V, Saints Row 4, The Elder Scrolls V: Skyrim, Horizon: Zero Dawn, The Witcher 3: Wild Hunt, Fallout 4 e Metal Gear Solid 5 The Phantom Pain todos no mesmo ringue. Esses jogos são todos fantásticos em seus aspectos próprios, mas se existe algum novo competidor a primeiro lugar, é o novo título da Nintendo.

The Legend of Zelda: Breath of the Wild é um game de mundo realmente aberto. Pela primeira vez na história da saga, não há um companheiro permanente te apontando locais e ajudando em enigmas. A mobilidade de Link te deixa escalar, pular livremente (outro primeiro na saga), correr, cozinhar, colecionar, se vestir, e muito mais. O ar da selva que o jogo transmite é realmente digno da média de notas super alta.

Contudo, é necessário lembrar que esse é um dos menos de 10 jogos que o Switch tem disponível até agora. Por essas bandas nossas, o console novo e o jogo estão com um preço azedo e certamente, não vale a pena comprar um videogame inteiro para jogar apenas um jogo.

Com uma estreia tão forte, será que o Switch vai enterrar a falha do Wii U? Deixe sua opinião nos comentários.

Câmbio e desligo.