Nessa semana estreia o reboot do primata gigante mais famoso do cinema em Kong: A Ilha da Caveira. Lembrando que essa resenha NÃO TEM SPOILERS.

Kong: A Ilha da Caveira

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E aí, o filme é bom?

É sim, em boa parte dos aspectos. Começando no ano de 1974, o pesquisador Bill Randa (John Goodman) decide explorar a Ilha da Caveira. Ele recruta o batalhão da força aérea do Coronel Packard (Samuel L. Jackson). O ex-especialista da SAS, Conrad, (Tom Hiddleston) e a fotógrafa Weaver (Brie Larson) também se juntam ao time. Após voar em direção à ilha misteriosa, eles são derrubados pelo enorme primata Kong. Daí pra frente, os sobreviventes precisam se juntar e partir.

Obviamente os pontos altos são quando Kong está na tela. Seu visual novo, seu tamanho incrível e sua fúria são uma adição proposital. O macaco está maior, mais forte e mais esperto do que nunca. Seja em conflitos ou em situações rotineiras, como um jantar, as cenas com Kong ficam monumentais.

Nesse filme, outro aspecto incrível é a ilha em si. Cheia de flora e fauna quase alienígenas nos fazem questionar que rumo a seleção natural tomou por aquelas bandas. Com criaturas bizarras e perigosas, fica divertido ser introduzido aos animais diferentes conforme o longa desenrola.

O ponto mais fraco de Kong: A Ilha da Caveira são os humanos. A atuação de todos é mediana, exceto a do Coronel Packard, que se destaca. Os personagens fazem seu dever de transmitir a história mas não passa muito disso. Mesmo com nomes conhecidos assim, é uma lástima ver esse sendo o pior aspecto.

No fim das contas, Kong: A Ilha da Caveira é para aqueles que gostam de um filme com aventura, ação e um pouco de suspense. O elenco de atores reconhecidos deixa um pouco a desejar, mas o ambiente e o macaco compensam por isso. Com efeitos especiais monumentais e lindos, vale a pena conferir. E se liga porque depois dos créditos tem cena extra.