“Diversidade cultural – O mundo não é mais plano”

A complexidade dos games e o seu enredo tem evoluído nos últimos anos. Desde tramas simples como as do Mario resgatando a princesa em um castelo até aquelas que mechem com o nosso lado emotivo, como a redenção de John Marston em Red Dead Redemption, cada game tem o seu lado especial de contar uma história cativante.

Nos últimos cinco anos, temos visto cada vez mais uma pluralidade de personagens protagonistas de diferentes culturas preenchendo as narrativas de jogos. E isso é excelente.

O fato disso ser um ótimo sinal é que a diversidade cultural só tem a trazer benefícios, agregando ainda mais valores aos games, tais como maior variedade de personagens, geração de identidade com players de outros países e maior replay.

Fiquei imensamente feliz ao saber que a Dice incluiu diversos exércitos  em Battlefield 1 (Saindo do estereótipo EUA vs All). Não se limitando apenas aos uniformes de cada nação,  cada personagem fala a sua língua materna,  representados por diversas etnias e culturas, tais como os turcos, indianos, italianos, alemães, britânicos e americanos. O vídeo final mostra exatamente como todos e não apenas um exército ou outro que construiu a história

Aviso: (Vídeo com spoilers das campanhas do BF1)

A franquia de Assassin’s Creed, por exemplo, que preza em mostrar aos jogadores que seus games foram criados por um time culturalmente diversificado, focou em contar a história do mundo e apresentando ilustres personagens de diversos cantos do globo, permeando o Oriente Médio, Europa e as Américas.

O mundo dos games sempre foi representativo e isso que faz parte da magia desse meio de entretenimento. O poder de criação sempre colocou diversos personagens a nossa disposição. Nos últimos anos, essa diversidade cultural tem mostrado os seus benefícios e esperamos que cada vez mais tenhamos mais e mais personagens e histórias cativantes para jogarmos.