Hoje chega aos cinemas Resident Evil 6 – O Capítulo Final. Dirigido por Paul W.S. Anderson, o longa traz o ápice do apocalipse zumbi que se iniciou 15 anos atrás e foi inspirado na saga de jogos da Capcom de mesmo nome, e é claro, com Alice  bem no meio disso tudo. Fiquem tranquilos, essa resenha é SEM SPOILERS!

Mas afinal, o filme é bom?

Alice (Milla Jovovich) está de volta e se encontra exatamente onde o filme anterior acaba, com a epidemia do T-Vírus quase no fim, significando que quase toda humanidade – ou o que restou dela- está condenada.

Pouco após acordar, nossa heroína recebe a missão de salvar a Terra do dono da Umbrella Corporation, Dr. Alexander Isaacs (Iain Glen o Jorah Mormont de Game of Thrones), que pretende realizar a nova Arca de Noé.

Do mesmo modo que alguns personagens retornam, existe um bocado de outros novos, mas que são deixados completamente de lado, com o vilão roubando a cena nesse último capítulo.

Entre todos os seis filmes, esse é o mais trabalhado visualmente, com cenas monumentais, lutas bem coreografadas e grotescas abominações genéticas.

A trama dá algumas voltas para dar o merecido fim que a narrativa merece. Assim como os filmes anteriores, algo do game é posto no meio. Por este longa ter a menor quantidade de relação com os jogos, o enredo fica mais acreditável.

O 3D não é tão aproveitado quanto no episódio número quatro, mas ainda faz dos sustos algo inesquecível.

Resident Evil 6 é o “Grand Finale”, cativante, cheio de ação, com alguns “golpes de sorte” e sustos repetitivos. A ignorância do longa com os novos sobreviventes apresentados deixa um pouco a desejar. Vale a pena conferir, mas é preferível ter assistido as aventuras anteriores.

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