Depois de ser adiada por conta da tragédia com o time de futebol Chapecoense, essa semana chega aos cinemas a nova aposta da Warner, Sully: O Herói do Rio Hudson. Fique tranquilo, a crítica é SEM SPOILERS!

Mas afinal, o filme é bom?

Baseado em fatos reais e conhecido por todos, um avião com problemas técnicos foi obrigado a pousar em pleno rio Hudson, que corta a cidade de Nova York.

Na verdade, pouco tem a se dizer além do acidente em si, é justamente por isso que chama a atenção a habilidade de Clint em capturar a atenção do espectador, mesmo tendo que repetir cenas e situações ao longo de um filme de apenas 96 minutos, o menor de sua carreira.

Teoricamente, o grande desafio de Eastwood seria tornar agradável um filme que trata sobre um evento que durou apenas seis minutos. De início bastante tenso, com a imagem do avião com as turbinas em chamas cruzando Nova York, Sully logo se torna um filme de investigação.

Afinal de contas, o órgão regulador da aviação norte-americana deseja saber se o tal pouso era realmente necessário ou poderia ser evitado, pesquisando o feito a partir de simulações por computador.

É quando entra em cena um dos aspectos mais interessantes, e óbvios, do longa-metragem: a importância do Fator Humano perante a frieza da tecnologia e do capitalismo selvagem.

Vale reforçar aos super-heróis da vida real que enfrentam situações parecidas no dia a dia, a não desistirem e usarem o exemplo do habilidoso piloto que com firmeza e determinação provou que a sabedoria vem da experiência vivida e esta só se adquire na Universidade da Vida.

Vale a pena assistir o filme? Vale e muito! Sully: O Herói do Rio Hudson foi mais um êxito da Warner.

Você gostou de Sully: O Herói do Rio Hudson? Conte pra gente nos comentários!