Independence Day: O Ressurgimento

Hoje (24) trago a vocês a crítica de Independence Day: O Ressurgimento, o novo filme de Roland Emmerich. Essa crítica NÃO CONTÉM SPOILERS!

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Mas afinal, o filme é bom?

O novo filme do diretor Roland Emmerich se passa 20 anos depois dos acontecimentos do primeiro longa, e traz de volta praticamente todo o elenco original, com exceção de Will Smith, que conseguiu ter o ego e estrelismo maior do que a invasão alienígena.

Vinte anos se passaram desde os acontecimentos que assolaram o mundo, e humanidade nunca mais foi a mesma. É interessante como o diretor explora a paz mundial através de uma ameaça maior. Será que o mundo em que vivemos hoje terá que ser atacado por um inimigo de fora para pararmos de matarmos o próximo e nos unirmos? Mesmo utópico, o conceito é interessante e muito bem explorado.

Unidos, os homens cresceram juntos e utilizaram da tecnologia do inimigo para evoluir. O longa traz um planeta futurista que dá gosto de ver. As máquinas e técnicas espaciais estão tão avançadas que chega a parecer a ponte área Rio-São Paulo de tão perto e comum que a viagem se tornou, e o mais legal é o tom realista do filme que te faz acreditar nisso.

Vamos ao que interessa. E a invasão alienígena, é legal? Meus amigos nerds, só tenho uma coisa a dizer: que cena mais linda! O plano sequência da nave adentrando a Terra te diverte e tira o fôlego ao mesmo. Roland Emmerich é um especialista em catástrofes, sejam elas naturais ou extraterrestres. Do instante em que o ataque é anunciado até a poeira baixar, você quase não consegue piscar de tão impressionante que a cena é. Palmas para o diretor e a equipe de efeitos especiais!

E o elenco? Como já lhes disse acima, a única ausência do elenco original é a de Will Smith, que cá entre nós não fez a menor falta. Dou destaque para Bill Pulmman, Jeff Goldblum e Brent Spiner, que interagem muito bem com a molecada e matam a saudade dos fãs mais antigos. Já do novo elenco, destaco o pequeno Thor, Liam Hemsworth, que diverte e nos mostra que não é só um galã.

O que você pode esperar de Independence Day: O Ressurgimento? Diversão, uma história bacana e concisa, um elenco que te envolve em todos momentos com cenas emocionantes e por um fim, um sentimento de nostalgia misturado com satisfação pela evolução tecnológica do cinema. Vale o 3D? Não sou fã desse recurso, se houve possibilidade de assistir em IMAX, acho que vale mais a pena. É lindo ver o espaço numa tela gigante.

Em resumo, a franquia ressurge da mesma forma que o título, explorando mais a premissa do primeiro longa e estabelecendo a sua mitologia. Certamente veremos uma continuação nos próximos anos.

Pontos positivos: o elenco, os efeitos especiais e a mitologia estabelecida no filme.