Já está em cartaz Convergente, o terceiro filme da saga Divergente  quedá sequência a jornada de Tris, Quatro e os moradores de uma Chicago futurística e distópica.

Mas afinal, o filme é bom?

Tris e Quatro embarcam em uma jornada além da cerca ao redor de Chicago em busca de uma solução pacífica para a sua cidade, e acabam descobrindo a existência de uma nova sociedade.

Convergente é uma franquia que ganhou as telas na mesma época em que Jogos Vorazes já era uma febre, o que torna inevitável a comparação entre os filmes, ainda mais por conta de sua essência ser parecida, distopia e protagonista feminina forte.

A sensação do terceiro filme dá série é que a distopia foi transferida para outro planeta, pois vemos o resultado devastador do homem sob a natureza o que nos faz pensar: estamos mesmo na Terra? A história do longa é uma grande crítica ao anseio da evolução sem medida e controle. Até que ponto vale mexer no que Deus criou? Até que ponto vale modificar a natureza? O que nos torna humanos? Os resultados de um teste ou as nossas falhas e imperfeições?

Tris e Quatro lidam com as consequências da queda de Jeanine (Kate Winslet) e percebem o quão parecidas as pessoas são, ainda mais quando assumem cargos de liderança. O poder corrompe o homem? Tris (Shailene Woodley) tem uma presença mais apagada em relação aos filmes anteriores, dando lugar ao Quatro (Theo James) que toma a frente da luta pela verdade e salvação da cidade.

Convergente expande o mundo de Veronica Roth e entrega uma história mais interessante que os filmes anteriores, o único ponto é, daqui um tempo isso tudo vai ser lembrado?

Você gostou do filme? Conta pra gente o que você achou das mudanças que foram feitas!