Na semana passada estreou mais um filme da lista do Oscar, A Garota Dinamarquesa. Estrelado pelo talentoso Eddie Redmayne, o longa conta a história verídica de Lili Elbe, primeiro caso registrado de troca de sexo no mundo.

Mas afinal, o filme é bom?

Einar e Gerda Wegener eram um jovem casal de pintores dinamarqueses, sendo ele reconhecido por suas paisagens melancólicas e ela buscando ganhar espaço com seus quadros. A vida caminhava normalmente até Gerda pedir ao marido que pose com um vestido para que ela termine uma pintura. O que ela não poderia imaginar, é que isso despertaria Lili.

Redmayne novamente se transforma na frente das câmeras confirmando seu talento e nos sensibilizando com a história de coragem de sua personagem. O ator já é reconhecido e premiado por seu trabalho e gera grande expectativa ainda mais por conta de sua indicação ao Oscar.

É inegável a importância da história de Lili para o mundo. Ela lutou pelos seus sentimentos, sua liberdade e direito de ser quem ela era, ainda mais numa época onde a homossexualidade era tratada como doença, distúrbio mental e até esquizofrenia. Eddie entrega de forma sensível e emocionante essa jornada, levando o público as lágrimas em vários momentos. Porém, é Alicia Vikander quem rouba a cena.

A atriz sueca é quem sustenta todo o desenvolvimento da trama, desde o despertar de Lili até a sua transformação. Vikander nos cativa com seu descobrimento, negação, aceitação e incentivo, o que a torna ao final do filme, a verdadeira Garota Dinamarquesa.

Pontos positivos: sensível, emocionante e a atuação de Alicia Vikander.

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