Star Wars: O Despertar da Força

Hoje trazemos a vocês a crítica de um dos maiores lançamentos do ano, Star Wars: O Despertar da Força. CRÍTICA SEM SPOILERS!

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Mas afinal, o filme é bom?

Star Wars: O Despertar da Força ou o episódio VII, traz de volta uma das maiores e mais adoradas franquias de todos os tempos, levando os fãs a loucura e ansiedade nos dias que antecediam a estreia, e fazendo com que os ingressos se esgotassem dias antes do lançamento.

O Star Wars: O Despertar da Força segue a mesma métrica do episódio IV, Uma Nova Esperança, parecendo ser um reboot sem assumir isso de fato. Adaptando o velho com o novo, a franquia volta aos olhares do público de forma segura, sem se arriscar como aconteceu com o tão criticado episódio I, A Ameaça Fantasma.

Seguindo a tendência dos filmes de hoje, a protagonista feminina é uma excelente representante do Girl Power, e me arrisco a dizer que a jovem Rey deixa Katniss e Tris de Jogos Vorazes e Divergente, respectivamente, para trás.  A pobre sucateira do planeta Jakku é forte, determinada e envolvente.

O stormtropper desertor, Finn, acompanha a jovem em sua jornada de descoberta e amadurecimento. Seus caminhos se cruzam por acaso, e logo surge uma química entre os dois personagens, fazendo deles uma dupla interessante e carismática. O jovem serve como alivio cômicos em vários momentos, arrancando risadas do público com seu jeito trapalhão e despojado.

Kylo Ren tem o papel mais difícil do filme, pois, não é fácil substituir Darth Vader, o vilão mais adorado de todos os tempos. O jovem ator Adam Driver dá conta do recado e sua atuação com a máscara é convincente, sombria e poderosa. Porém, ao revelar seu rosto, vemos um menino com instabilidade emocional e vários conflitos internos mal resolvidos, o que tira um pouco o peso e imponência do vilão, fazendo dele um garoto mimado e chorão.

BB-8 é uma das melhores criações dessa nova fase. O robozinho carismático arranca risadas, suspiros e lágrimas do público com seu jeito fofo e quase humano de ser. Quem não gostaria de ter um companheiro desses em casa? Certamente seria muito divertido.

Com um ritmo acelerado na primeira uma hora, os acontecimentos são jogados em cena e o desenvolvimento dos novos personagens é raso. Omitindo informações e guardando a história, inúmeras questões são deixadas em aberto para serem respondidas nos próximos filmes.

O elenco clássico serve de apoio e passa o bastão com maestria para esses jovens atores que seguirão com a franquia nos próximos anos. O Star Wars: O Despertar da Força é repleto de fan service e entrega uma mistura de nostalgia com modernidade.

Se você ainda não assistiu, confira o trailer, corra para comprar o seu ingresso e se emocione com a trilha sonora de John Williams e toda a magia do universo criado por George Lucas.